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    <title>DSpace Collection: Faculdade de Direito</title>
    <link>http://repositorio.ucm.ac.mz/handle/123456789/274</link>
    <description>Faculdade de Direito</description>
    <pubDate>Fri, 17 Apr 2026 18:29:46 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-17T18:29:46Z</dc:date>
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      <title>DANO ESTÉTICO, OBRIGAÇÃO DE RESULTADO OU  OBRIGAÇÃO DE MEIO</title>
      <link>http://repositorio.ucm.ac.mz/handle/123456789/321</link>
      <description>Title: DANO ESTÉTICO, OBRIGAÇÃO DE RESULTADO OU  OBRIGAÇÃO DE MEIO
Authors: NHADAMO, YANICK ISAÍAS DE CARVALHO
Abstract: O presente trabalho aborda a questão do dano estético e a natureza das obrigações médicas relacionadas, analisando &#xD;
se estas configuram uma obrigação de meio ou de resultado. O dano estético refere-se a alterações negativas na &#xD;
aparência física de uma pessoa, causadas por intervenções médicas ou outros eventos, que podem afetar &#xD;
significativamente a qualidade de vida do indivíduo.&#xD;
Em virtude desses danos, é possível que haja responsabilidade civil aos profissionais de saúde que não tenham &#xD;
cumprido com a prestação acordada.&#xD;
Obrigação de Meio caracteriza-se pela diligência e cuidado que o profissional deve empregar na execução de suas &#xD;
atividades. O profissional não garante um resultado específico, mas compromete-se a utilizar todos os recursos e &#xD;
conhecimentos disponíveis para alcançar o melhor resultado possível. Obrigação de Resultado ocorre quando o &#xD;
profissional se compromete a alcançar um resultado específico e determinado. A responsabilidade é objetiva, ou &#xD;
seja, o não cumprimento do resultado prometido pode gerar a obrigação de indenização.&#xD;
A maioria das obrigações médicas são consideradas obrigações de meio, onde o médico deve aplicar seu &#xD;
conhecimento e habilidades de forma diligente, mas não pode garantir a cura ou o resultado desejado. Em &#xD;
procedimentos estéticos, porém, há um debate sobre se estas obrigações deveriam ser de resultado, dado que muitas &#xD;
vezes há uma expectativa clara e específica por parte do paciente quanto ao resultado da intervenção.&#xD;
O estudo comparado com os ordenamentos jurídicos português e brasileiro mostram que essas obrigações são tidas &#xD;
como de resultado.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://repositorio.ucm.ac.mz/handle/123456789/321</guid>
      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
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      <title>A RESPONSABILIDADE CIVIL DO INTERMEDIADOR  DIGITAL NO TRANSPORTE DE PESSOAS E BENS NO  ORDENAMENTO JURÍDICO MOCAMBIÇANO</title>
      <link>http://repositorio.ucm.ac.mz/handle/123456789/320</link>
      <description>Title: A RESPONSABILIDADE CIVIL DO INTERMEDIADOR  DIGITAL NO TRANSPORTE DE PESSOAS E BENS NO  ORDENAMENTO JURÍDICO MOCAMBIÇANO
Authors: ALBERTO, ZECA
Abstract: A pesquisa em apreço visa analisar a responsabilidade civil do intermediador digital no transporte de &#xD;
pessoas e bens no ordenamento jurídico Moçambicano, tendo para sua concretização estabelecido como objectivos&#xD;
específicos, identificar o regime jurídico aplicável na contratação dos serviços de transporte por intermediação &#xD;
digital, descrever a responsabilidade civil do intermediador digital em caso de danos causados ao passageiro pelo &#xD;
transportador, e compreender no direito comparado, como se concretiza a responsabilização do intermediador &#xD;
digital de transporte de pessoas e bens. Motivou a escolha do tema, o facto de o autor desenvolver a actividade de &#xD;
transporte de passageiros e mercadorias, e ter verificado um desajuste entre a forma de contacto na relação entre &#xD;
os intervenientes na cadeia de transporte de pessoas e bens, que tende a abandonar os métodos tradicionais de &#xD;
transporte e as normas jurídicas vigentes no país. A técnica de colecta de dados usada é a documental e bibliográfica, &#xD;
e método de abordagem dedutivo e o tipo de pesquisa qualitativa. Dos resultados da pesquisa concluiu-se que não &#xD;
existe, no ordenamento jurídico moçambicano, uma norma jurídica especifica que permita responsabilizar civilmente &#xD;
o intermediador de transporte por aplicativo, em caso de danos causados às pessoas pelo transportador. Todavia, a Lei &#xD;
de Defesa do Consumidor permite a responsabilização civil do intermediador que tenha participado na cadeia de &#xD;
produção de serviços. Como recomendação, figura-se importante a aprovação de uma norma jurídica que regule &#xD;
especificamente a actividade de intermediação por aplicativo digital, permitindo o seu registo nas entidades legais e &#xD;
suas responsabilidades civis. Finalmente, tal como no ordenamento jurídico brasileiro, concretizando-se a aprovação &#xD;
da referida norma jurídica em Moçambique, há espaço para responsabilização civil do intermediador digital em caso &#xD;
de danos causados ao transportado pelo transportador, à luz da Lei de Defesa do Consumidor</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://repositorio.ucm.ac.mz/handle/123456789/320</guid>
      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>A PRIVATIZAÇÃO DO SISTEMA PENITENCIÁRIO  MOÇAMBICANO</title>
      <link>http://repositorio.ucm.ac.mz/handle/123456789/319</link>
      <description>Title: A PRIVATIZAÇÃO DO SISTEMA PENITENCIÁRIO  MOÇAMBICANO
Authors: SABÃO, REGINA CLÁUDIA NETO</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://repositorio.ucm.ac.mz/handle/123456789/319</guid>
      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>O CARÁCTER SECRETO DO SUFRÁGIO UNIVERSAL,  FACE AO EXERCÍCIO DO DIREITO AO VOTO DOS  PORTADORES DE DEFICIÊNCIA, NO ORDENAMENTO  JURÍDICO MOÇAMBICANO</title>
      <link>http://repositorio.ucm.ac.mz/handle/123456789/318</link>
      <description>Title: O CARÁCTER SECRETO DO SUFRÁGIO UNIVERSAL,  FACE AO EXERCÍCIO DO DIREITO AO VOTO DOS  PORTADORES DE DEFICIÊNCIA, NO ORDENAMENTO  JURÍDICO MOÇAMBICANO
Authors: ALBERTO, VELÍCIA SÉRGIO
Abstract: Esta investigação pretende efectuar uma análise em torno do "Carácter sufrágio universal face ao exercício do &#xD;
direito ao voto dos portadores de deficiência, no ordenamento jurídico moçambicano", tendo por base o artigo &#xD;
79º da Lei nº 8/2013 de 27 de Fevereiro. Para tal, utilizou-se uma abordagem qualitativa, sendo os dados &#xD;
apresentados de forma explicativa, como instrumento de recolha de dados, a presente pesquisa baseia-se na pesquisa &#xD;
bibliográfica e documental. O artigo 73º da CRM, atribui características ao sufrágio e uma delas é o carácter secreto, &#xD;
que com a aplicação da disposição do artigo 79º da supracitada lei, é colocado em causa. Ora, o direito ao voto &#xD;
configura um direito fundamental subjectivo, sendo caracterizado pela pessoalidade e indisponibilidade. No entanto, &#xD;
com o conteúdo deste mesmo artigo, estas características são ofuscadas. Contudo, conclui-se que no exercício do &#xD;
direito ao voto dos portadores de deficiência, há preterição do secretismo do voto, como consequência disto, não se &#xD;
pode garantir a igualdade aos eleitores portadores de deficiência. Não obstante, até o carácter igual e directo do &#xD;
sufrágio universal é condicionado, na medida em que se faz necessário a existência de um terceiro para o exercício &#xD;
deste direito. Assim, a norma prevista no artigo 79º viola o princípio da igualdade constitucionalmente garantido nos &#xD;
termos do artigo 35º da CRM, criando assim um cenário de exclusão social.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://repositorio.ucm.ac.mz/handle/123456789/318</guid>
      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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