<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <title>DSpace Collection: Faculdade de Engenharia</title>
  <link rel="alternate" href="http://repositorio.ucm.ac.mz/handle/123456789/65" />
  <subtitle>Faculdade de Engenharia</subtitle>
  <id>http://repositorio.ucm.ac.mz/handle/123456789/65</id>
  <updated>2026-04-17T18:36:15Z</updated>
  <dc:date>2026-04-17T18:36:15Z</dc:date>
  <entry>
    <title>Engenharia e Tecnologia para o Desenvolvimento da Nação</title>
    <link rel="alternate" href="http://repositorio.ucm.ac.mz/handle/123456789/101" />
    <author>
      <name>Faculdade de Engenharia</name>
    </author>
    <id>http://repositorio.ucm.ac.mz/handle/123456789/101</id>
    <updated>2019-01-23T12:29:44Z</updated>
    <published>2018-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Engenharia e Tecnologia para o Desenvolvimento da Nação
Authors: Faculdade de Engenharia
Abstract: Interressa –me apresentar uma reflexão teórica sobre a formação de profissionais pesquisadores, buscando trazer para discussão alguns fatores que desafiam o profissional docente nesse processo de formação. Dentre as fatores que constam esta a formação “amparada” pela racionalidade técnica, que se enquadra na filosofia absolutista. Esta compreende que a construção do conhecimento é acabada e completa. Esta visão, da qual muitos de nos foi formado, tem um fim em si mesmo, sem nenhuma relação com o quotidiano dos estudantes. Neste âmbito, contrário a essa visão absolutista esta a falibilista. Esta abre espaço para a construção do conhecimento, e questiona a construção do mesmo, abrindo espaço ainda para a formação de profissionais pesquisadores e questionadores. Nesta visão cabe a Epistemologia da Prática, onde os estudantes são considerados parte da formação, e constroem a partir de suas investigações. A visão falibilista é um desafio aos professores visto ser um caminho que demanda uma maior busca por parte do professor, tendo em conta que sua formação foi permeada pela racionalidade técnica, onde o professor era tido como detentor do conhecimento. Retirar essa autoridade e passar para os estudantes (colocar o estudante no centro da aprendizagem), seria para o professor ter seu fundamento como “areia movediça”, sem um terreno para se firmar, mas o professor não perde autoridade, pois é ele quem legitima o que esta sendo aprendido. Como ensinamos é fruto de uma das duas racionalidades, ou técnica ou prática. Mas precisamos buscar a racionalidade prática se desejamos formar profisssionais pesquisadores. Aqui entra a pesquisa, pois, quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender.</summary>
    <dc:date>2018-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
</feed>

