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  <title>DSpace Collection: Programas Associados de Doutoramentos</title>
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  <subtitle>Programas Associados de Doutoramentos</subtitle>
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  <updated>2026-04-17T18:34:54Z</updated>
  <dc:date>2026-04-17T18:34:54Z</dc:date>
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    <title>O conselho de escola como espaço de participação da comunidade</title>
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      <name>Ibraimo, Mahomed</name>
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    <updated>2018-12-11T14:02:46Z</updated>
    <published>2014-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: O conselho de escola como espaço de participação da comunidade
Authors: Ibraimo, Mahomed
Abstract: Se levarmos em consideração que a construção de uma sociedade democrática já não é compatível com modelos de gestão onde as comunidades são excluídas do processo de gestão e tomada de decisões, então esta precisa abrir e trazer para dentro dela os vários intervenientes do processo educativo para que os interesses comuns sejam partilhados de uma forma interativa (Formosinho, 1989). Em Moçambique o envolvimento da comunidade externa nas escolas verifica-se após o período pós-independência quando as primeiras experiências de envolvimento dos pais e encarregados de educação começam a se fazer sentir através das comissões de pais e de ligação escola-comunidade (CLEC) e é reforçada na Lei no 6/92, de 6 de maio, onde o Estado permite a participação de outras entidades, incluindo comunitárias na gestão do processo educativo incentivando uma maior ligação entre a comunidade e a escola. Os conselhos de escola nascem desta necessidade de abertura da escola às comunidades locais através do Diploma Ministerial no 54/2003, de 28 de maio, que, no contexto da descentralização administrativa, procura criar maior flexibilidade nos processos de tomada de decisão através duma gestão participativa.&#xD;
A nossa investigação visa compreender como é que os atores implicados no Conselho de Escola percecionam a sua participação nos respetivos processos de tomada de decisão. Realizamos um estudo de cariz qualitativo para interpretar a realidade dentro de uma visão complexa e assim procuramos saber dos participantes as suas perceções através de entrevistas, análise de atas e observação nas reuniões do Conselho de escola.&#xD;
Esboçamos um quadro conceptual integrado para vermos as organizações escolares nas suas diferentes dimensões, nomeadamente ao nível da constituição e funcionamento do conselho, os tipos e modalidades de participação e as formas de tomada de decisão, convocando as perspetivas da burocracia, da anarquia organizada e da democracia, bem como a tipologia de Lima (1998, 2008) sobre a participação.&#xD;
Entre as conclusões do nosso estudo salienta-se que há um bom relacionamento entre os membros do conselho e a escola e também entre os membros dentro do conselho, baseado na abertura e no diálogo e que a escola tem também incentivado os membros a frequentarem as reuniões do conselho. No que diz respeito à perceção dos membros em relação à participação no conselho, podemos dizer que os mesmos revelam uma preocupação com os assuntos tratados e têm procurado contribuir com as suas ideias e opiniões e apresentar algumas soluções. Contudo, as suas opiniões e esforços em contribuir para resolver os problemas não são tidos em consideração e não são valorizados pela diretora da escola. No que diz respeito as formas de participação, destacamos a participação passiva, pelo facto de os membros não terem influência no processo de tomada de decisão, e a participação informal, na medida que a diretora é quem toma as decisões e orienta as discussões. Concluímos ainda que o funcionamento do conselho de escola pode ser lido pelos modelos da anarquia, da hipocrisia e da burocracia e que os assuntos tratados resumem-se a questões pedagógicas, sobretudo questões relacionadas com o comportamento dos alunos e professores. Concluímos finalmente que o conselho tem, no plano normativo, poderes de intervenção na escola que na prática não são materializados.</summary>
    <dc:date>2014-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Educação, cultura e gestão do currículo local</title>
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      <name>Machava, Paulino</name>
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    <updated>2018-12-11T14:02:31Z</updated>
    <published>2015-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Educação, cultura e gestão do currículo local
Authors: Machava, Paulino
Abstract: O presente trabalho corresponde a uma Tese elaborada no âmbito do curso de doutoramento em Ciências da Educação, na área de aprofundamento de Pedagogia Social. O estudo em referência teve como objetivo geral compreender como é que a escola faz a gestão do currículo local de modo a valorizar a cultura local e que os alunos aprendam os valores da sua comunidade. A realização do estudo teve como base de referência empírica as Escolas Primárias Completas de Muegane e 25 de Junho, ambas situadas na cidade de Nampula. O estudo foi desenvolvido em torno de quatro vertentes: perceção dos membros da comunidade escolar sobre o ensino do currículo local; gestão do currículo do ensino básico, com enfoque nos 20% do currículo local; grupos etnolinguísticos presentes nas escolas e, por último, entender como é feita a ligação entre a escola e a comunidade.&#xD;
A investigação levou à construção de um quadro teórico fundamentalmente centrado na área de Pedagogia Social, enquanto ciência da educação que enquadra a educação nas suas diferentes modalidades (formal, não formal e informal). Procurou-se igualmente clarificar os conceitos de cultura, currículo, currículo local e gestão curricular. Os resultados recolhidos e analisados permitiram concluir que existe uma diferença entre o currículo prescrito e o currículo praticado nas escolas; nas escolas não existem procedimentos institucionalizados para o ensino do currículo local; as interações produzidas no processo de ensino e aprendizagem não promovem o uso das línguas locais e a ligação escola comunidade é um elo importante na resolução dos problemas da escola. Estes dados sugerem a necessidade de uma maior aproximação entre as culturas escolares e as culturas comunitárias.</summary>
    <dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Oferta Formativa e Necessidades de Alfabetização dos Educandos Centro de Alfabetização de Natete Monapo</title>
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    <author>
      <name>Nhamposse, Alice</name>
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    <updated>2018-12-11T14:02:14Z</updated>
    <published>2014-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Oferta Formativa e Necessidades de Alfabetização dos Educandos Centro de Alfabetização de Natete Monapo
Authors: Nhamposse, Alice
Abstract: Este trabalho corresponde ao relatório de uma pesquisa elaborada no âmbito do curso de doutoramento em Ciências da Educação, na área de aprofundamento de Pedagogia Social, com a intenção de compreenderem que medida a oferta formativa atualmente existente em Moçambique no âmbito da alfabetização e educação de adultos vai ao encontro das necessidades dos educandos. Para concretizar esta investigação, tomou- se como base de referência empírica o projeto de alfabetização e educação de adultos do centro de Natete, província de Nampula, de modo a analisar os principais processos pedagógicos promovidos no âmbito do programa de alfabetização e educação de adultos, bem como as perceções dos educandos em relação à oferta formativa e às práticas de formação desenvolvidas pelo Centro. O estudo foi desenvolvido em torno de duas vertentes: política educativa e necessidades dos adultos. Na primeira vertente, fez- se uma reflexão sobre o papel que o sistema educativo desempenha na vida social, política e cultural dos cidadãos e, na segunda vertente, uma reflexão sobre a forma como as necessidades dos adultos são traduzidas nos processos pedagógicos promovidos pelos centros de alfabetização e educação de adultos. O marco teórico enquadra-se principalmente no campo da pedagogia social, enquanto disciplina das ciências da educação que inclui as dinâmicas da formação ao longo da vida desenvolvidas numa lógica sociocomunitária. A análise dos dados sugere a existência de uma divergência entre a visão geral da política em vigor no que se refere aos processos da alfabetização e as necessidades dos educandos. Tendo estes dados, considera-se importante refletir sobre as estratégias de adequação da oferta formativa, conforme se recomenda nas considerações finais do presente estudo.</summary>
    <dc:date>2014-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Autoavaliação, Metacognição E Aprendizagem: Um Estudo Com Estudantes Do 1o Ano Do Ensino Superior</title>
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      <name>Saltiel, Ana</name>
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    <updated>2018-12-11T11:37:31Z</updated>
    <published>2018-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Autoavaliação, Metacognição E Aprendizagem: Um Estudo Com Estudantes Do 1o Ano Do Ensino Superior
Authors: Saltiel, Ana
Abstract: O presente trabalho corresponde a uma tese elaborada no âmbito do curso de doutoramento em Ciências de Educação, na área de aprofundamento em Psicologia da Aprendizagem. O estudo teve como objetivo geral verificar se a autoavaliação constitui um instrumento eficaz para o desenvolvimento da metacognição e o aperfeiçoamento do processo de ensino e aprendizagem. Optou-se por um estudo de caso focado numa turma do 1o ano do ensino superior de uma universidade Moçambicana, no contexto da disciplina de Matemática. Participaram 40 estudantes dos cursos de Gestão de Recursos Humanos e Marketing e Relações Públicas, bem como o respetivo professor. Os instrumentos de recolha de dados incluíram fichas de autoavaliação preenchidas pelos estudantes em dois momentos, guião de entrevista individual ao professor e guião de grupos de discussão com estudantes. Foram ainda analisados alguns documentos normativos e académicos da instituição e foi também realizada observação de aulas, com base em alguns elementos considerados relevantes para o processo de ensino e aprendizagem. Os resultados permitiram concluir que os alunos recorrem à autoavaliação da sua aprendizagem de uma maneira implícita e como reação ao conteúdo aprendido mas não como uma estratégia de aprendizagem intencional. Recorrem a estratégias metacognitivas, sendo que o julgamento metacognitivo constituiu a modalidade mais utilizada. Verificou-se também o uso da decisão metacognitiva num pequeno número de estudantes que chegaram a expressar algumas regulações de condutas consideradas necessárias para a aprendizagem. A metacognição revela-se presente nas suas estratégias de estudo, uma vez que, a partir delas, os estudantes adquiriram conhecimentos, habilidades e atitudes que são necessárias para otimizar a aprendizagem. Não foram encontradas diferenças de género quanto ao uso da metacognição. Os resultados mostraram uma relação positiva significativa entre as estratégias metacognitivas e o desempenho académico, na medida em que os alunos que usaram a metacognição na sua forma mais elaborada apresentaram melhor desempenho. São discutidas as implicações para a prática educativa.</summary>
    <dc:date>2018-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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